Concurso Ministério dos Transportes 2026: 411 vagas solicitadas (médio e superior) | Wilson Tavares

Concurso Ministério dos Transportes 2026: 411 vagas solicitadas para médio e superior

O Ministério dos Transportes (MT) deu o passo decisivo para retomar uma seleção há muito esperada por concurseiros da carreira federal: a pasta protocolou junto ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) o pedido de autorização para um novo concurso público com 411 vagas efetivas. A solicitação foi formalizada pelo Ofício nº 86/MT e abrange cargos de nível médio e nível superior do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE).

O pedido é dominado, em volume, pelo cargo de Agente Administrativo, com 353 vagas de nível médio, mas inclui também 58 vagas distribuídas em sete carreiras de nível superior, entre elas Arquivista, Engenheiro, Economista, Estatístico, Arquiteto, Psicólogo e Técnico em Comunicação Social. Para os candidatos, os salários iniciais variam de R$ 4.787,59 (médio) até R$ 10.396,50 (cargos específicos do PGPE), todos com regime estatutário federal e benefícios completos.

É um concurso aguardado há 16 anos. A última seleção do órgão remonta a 2010, quando 22.339 candidatos disputaram 170 vagas. De lá para cá, a estrutura do antigo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil foi sucessivamente reorganizada e, hoje, a pasta concentra políticas estratégicas de mobilidade, infraestrutura rodoviária, ferroviária e aquaviária, além da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Neste artigo, você encontra o panorama completo do que se sabe sobre o concurso MT 2026: vagas, salários, requisitos, banca, etapas esperadas e como começar a se preparar.

Pedido protocolado! O Ministério dos Transportes encaminhou ao MGI a solicitação oficial de 411 vagas para o concurso MT 2026. Próximo passo: análise e autorização pelo Ministério da Gestão.

Resumo rápido do pedido de concurso

ItemDetalhe
ÓrgãoMinistério dos Transportes (MT)
StatusPedido encaminhado ao MGI (aguarda autorização)
Total de vagas solicitadas411 (353 médio + 58 superior)
Níveis de escolaridadeMédio e Superior
Plano de cargosPGPE, Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (Lei nº 11.357/2006)
RegimeEstatutário federal (Lei nº 8.112/90)
LotaçãoBrasília/DF (sede) e possíveis unidades regionais
Salário inicialR$ 4.787,59 a R$ 10.396,50
Banca examinadoraA definir
Última seleção2010 (170 vagas, 22.339 inscritos)
Previsão de edital2026 (após autorização do MGI)

Sobre o Ministério dos Transportes

O Ministério dos Transportes é o órgão da administração pública federal responsável pelas políticas nacionais de transporte rodoviário, ferroviário, aquaviário e dutoviário. Sua atuação abrange desde a definição de diretrizes de planejamento até a coordenação das agências reguladoras vinculadas à pasta, como ANTT, ANTAQ, DNIT e VALEC.

A pasta também é o domicílio institucional da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), autoridade máxima na regulamentação do trânsito brasileiro, presidência do CONTRAN e coordenação do RENACH, RENAVAM e RENAINF. Significa que servidores do MT atuam em projetos estratégicos: política nacional de mobilidade, infraestrutura de transportes, segurança viária, regulação de concessões rodoviárias e arcabouço regulatório de novos modais (ferrovias, hidrovias, portos secos).

Para o candidato a concurso, isso traduz uma realidade simples: trabalhar no Ministério dos Transportes é estar dentro de um dos órgãos com maior orçamento discricionário do Executivo Federal, com forte presença em programas como Novo PAC, leilões de rodovias, BR Legal e Rota Bioceânica.

Dica do Wilsinho O candidato que estuda para o MT precisa entender que não é um cargo isolado: o servidor convive diariamente com técnicos da ANTT, do DNIT e da Senatran. Conhecer a estrutura do SISNAVI e a divisão de competências entre as agências dá vantagem na redação e na prova discursiva.

Cargos e vagas solicitadas

O pedido protocolado pelo MT distribui as 411 vagas entre oito cargos, sendo um de nível médio e sete de nível superior. Veja a divisão por nível.

Nível médio (353 vagas)

CargoVagasEscolaridade exigida
Agente Administrativo353Ensino médio completo

O Agente Administrativo concentra 86% de todas as vagas solicitadas. É o cargo de entrada por excelência da Administração Federal direta: executa rotinas administrativas, apoio a processos licitatórios, controle de patrimônio, redação oficial, atendimento ao público interno e externo, manuseio de sistemas como SIAFI, SIASG, SEI e SIORG.

Nível superior (58 vagas)

Cargo / especialidadeVagasEscolaridade exigida
Arquivista22Graduação em Arquivologia + registro profissional
Engenheiro20Graduação em Engenharia + CREA ativo
Economista12Graduação em Economia + CORECON
Arquiteto1Graduação em Arquitetura e Urbanismo + CAU
Estatístico1Graduação em Estatística + CONRE
Psicólogo1Graduação em Psicologia + CRP
Técnico em Comunicação Social1Graduação em Comunicação Social (jornalismo, RP, publicidade)

Os cargos com maior número de vagas no nível superior são, em ordem decrescente: Arquivista (22), Engenheiro (20) e Economista (12). Juntos, respondem por 54 das 58 vagas de nível superior (93%). Os quatro cargos com vaga única (Arquiteto, Estatístico, Psicólogo, TCS) tendem a atrair concorrência altíssima por candidato/vaga.

Atenção Para os cargos de nível superior, o exercício profissional exige registro ativo no respectivo conselho de classe (CREA, CAU, CORECON, CONRE, CRP). A apresentação do registro costuma ser exigida na posse, não na inscrição, mas confirme no edital quando for publicado.

Salários e PGPE

Todos os cargos do concurso MT 2026 estão enquadrados no Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE), instituído pela Lei nº 11.357/2006. A remuneração se compõe de duas parcelas principais: vencimento básico (parte fixa) e Gratificação de Desempenho do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (GDPGPE), vinculada à avaliação individual e institucional do servidor.

CategoriaVencimento básicoGDPGPERemuneração inicial
Agente Administrativo (médio)R$ 2.182,59R$ 2.605,00R$ 4.787,59
Analista Técnico Administrativo e especialidades I, II, III, VII, VIIIR$ 2.769,57R$ 4.390,00R$ 7.159,57
Engenheiro, Arquiteto, Estatístico, Economista (PGPE específico)R$ 3.755,50R$ 5.798,00R$ 10.396,50

Os valores referem-se aos vencimentos da tabela vigente consultada no momento do pedido. A diferença entre os dois patamares de nível superior, R$ 7.159,57 e R$ 10.396,50, reflete o enquadramento legal de cargos específicos do PGPE (Arquiteto, Engenheiro, Estatístico, Economista), que possuem tabela diferenciada da carreira geral.

Dica do Wilsinho A GDPGPE é o trunfo do PGPE: o valor cheio (R$ 4.390,00 ou R$ 5.798,00 conforme o cargo) é pago no início da carreira como antecipação. Após o estágio probatório, a gratificação passa a depender de avaliação, mas o piso institucional é alto e raramente cai abaixo de 80% do valor de referência.

Benefícios do servidor federal

Além da remuneração inicial, o servidor do Ministério dos Transportes faz jus aos benefícios típicos do regime estatutário federal, regulado pela Lei nº 8.112/90.

BenefícioDetalhe
Auxílio-alimentaçãoR$ 1.000,00 (valor atual de referência federal)
Auxílio-transporteReembolso descontado 6% do vencimento
Auxílio-saúde (per capita)Variável por faixa etária, até R$ 215,00 por titular + dependentes
Auxílio pré-escolarR$ 484,00 por filho até 5 anos e 11 meses
Adicional de qualificaçãoPossível em planos específicos (consultar edital)
Licença-prêmio / licença-capacitação3 meses a cada 5 anos para capacitação
Férias30 dias com adicional de 1/3
Plano de previdênciaRPPS + FUNPRESP (regime complementar federal)
EstabilidadeApós 3 anos de estágio probatório

Cargos vagos e pressão por reposição

Um dos argumentos mais fortes do MT no pedido de autorização ao MGI foi a defasagem de pessoal. Em levantamento de maio de 2025, a pasta registrou 472 postos efetivamente vagos em sua estrutura de pessoal. O cargo com maior gargalo é, de longe, o de Agente Administrativo, com 350 vagas em aberto, número que pressiona a operação administrativa em todas as secretarias.

Outros cargos com vacância expressiva: Administrador (27), Analista Técnico Administrativo (26), Arquivista (22), Economista (12), Contador (11), Engenheiro (20). Esses dados explicam a configuração do pedido: o MT solicitou exatamente o que a folha funcional sinaliza como mais crítico.

Dica do Wilsinho Sempre que o número de vagas solicitadas bate com o número de cargos vacantes, é sinal de que o pedido tem alta chance de aprovação integral. O MGI gosta de pedidos lastreados em vacância real, e não em ampliação de quadro.

Requisitos por cargo

Para todos os cargos, o candidato deve atender aos requisitos gerais da Lei nº 8.112/90 (idade mínima de 18 anos, quitação eleitoral e militar, aptidão física e mental, nacionalidade brasileira ou equiparada). Aos requisitos específicos:

CargoEscolaridadeRegistro profissional
Agente AdministrativoEnsino médio completoNão aplicável
ArquivistaBacharelado em ArquivologiaNão há conselho obrigatório (carreira em regulação)
EngenheiroBacharelado em Engenharia (área conforme edital)CREA ativo
EconomistaBacharelado em Ciências EconômicasCORECON ativo
ArquitetoBacharelado em Arquitetura e UrbanismoCAU ativo
EstatísticoBacharelado em EstatísticaCONRE ativo
PsicólogoBacharelado em PsicologiaCRP ativo
Técnico em Comunicação SocialBacharelado em Comunicação Social ou áreas afins (Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade)Conforme edital
Atenção O cargo de Engenheiro costuma ter especialidades (civil, eletricista, agrônomo, transportes). Fique atento porque a banca pode dividir as vagas por especialidade no edital, o que reduz a concorrência mas restringe a área de atuação. No concurso de 2010, foram exigidas habilitações específicas para civil e transportes.

Banca e cronograma esperado

O Ministério dos Transportes ainda não definiu a banca examinadora. Pela escala do concurso (mais de 400 vagas, múltiplos cargos, escopo nacional) e pelo histórico de contratações federais recentes, a tendência é que a disputa fique entre três organizadoras com porte para tocar o certame:

  • Cebraspe, padrão recente para concursos do PGPE de grande volume (organizou o último concurso do MAPA em 2024 e do TCU em 2024)
  • FGV, com presença forte no Executivo nos últimos dois anos (Senado, Receita Federal, Sefaz-MG)
  • IBFC ou Instituto AOCP, opções secundárias caso o MT busque banca de menor custo

O cronograma típico de um concurso autorizado pelo MGI segue uma janela bastante previsível:

Junho de 2026
Pedido protocolado pelo MT junto ao MGI
3 a 6 meses
Análise técnica e orçamentária pelo MGI; portaria de autorização
2 a 4 meses
Contratação da banca via licitação ou inexigibilidade
1 a 2 meses
Publicação do edital, abertura de inscrições
2 a 3 meses
Aplicação da prova objetiva e (eventual) discursiva
3 a 5 meses
Resultado final, homologação e nomeações

Pelo padrão, do pedido ao edital costumam transcorrer 6 a 9 meses, com prova marcada entre 4 e 6 meses após a publicação do edital. Quem começar a estudar agora terá margem confortável para chegar competitivo no dia da prova.

Fluxograma da seleção

Etapa 01
Inscrição
Pelo site da banca, com pagamento de taxa estimada entre R$ 70 (médio) e R$ 110 (superior).
Etapa 02, Eliminatória e Classificatória
Prova objetiva
Conhecimentos básicos e específicos. Aplicação nacional em capitais selecionadas.
Etapa 03 (provável)
Prova discursiva ou redação
Padrão recente do PGPE, especialmente para cargos de nível superior. Tema de políticas públicas ou redação técnica.
Etapa 04
Avaliação biopsicossocial e heteroidentificação
Para candidatos PcD e cotistas pretos/pardos, conforme Lei nº 12.990/2014.
Resultado final
Homologação e nomeação
Posse em até 30 dias após a nomeação, com exercício em Brasília/DF (sede).

Estrutura típica das provas

Embora o edital ainda não exista, é possível antecipar com bastante segurança a estrutura típica de uma prova do PGPE com base nos editais mais recentes para cargos do mesmo plano de cargos (MAPA 2024, MJSP 2024, ME 2024).

BlocoTipo de questõesQuantidade típica
Conhecimentos básicosLíngua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Noções de Informática, Atualidades, Ética no Serviço Público40 a 50 questões
Legislação aplicadaDireito Administrativo, Direito Constitucional, Lei nº 8.112/90, Lei nº 11.357/2006 (PGPE)20 a 25 questões
Conhecimentos específicosVariável por cargo (administração, contabilidade pública, arquivologia, engenharia, economia, etc.)50 a 60 questões
Discursiva / redaçãoTema de políticas públicas, mobilidade ou gestão pública1 ou 2 questões
Atenção No concurso de 2010 do MT, a prova foi exclusivamente objetiva, com 120 questões. O padrão atual do PGPE, porém, incorporou prova discursiva em quase todos os editais recentes, então a expectativa é que o MT 2026 também tenha pelo menos uma redação técnica eliminatória.

Conteúdo programático esperado

O candidato que quer largar na frente pode (e deve) começar a estudar pelos conhecimentos básicos comuns a todos os cargos do PGPE federal. A composição não muda muito entre editais.

Conhecimentos básicos (comum a todos os cargos)

  • Língua Portuguesa, com ênfase em interpretação de texto, ortografia, regência, concordância, redação oficial
  • Raciocínio Lógico-Matemático, com proposições, conectivos, problemas de raciocínio sequencial, porcentagem, regra de três
  • Noções de Informática, com Windows, Office (Word, Excel), navegadores, segurança da informação, conceitos de nuvem
  • Atualidades, com foco em política nacional, economia, infraestrutura e transportes
  • Ética no Serviço Público, com Código de Ética (Decreto nº 1.171/94) e Lei de Improbidade (Lei nº 8.429/92)

Legislação aplicada

  • Direito Constitucional, com Princípios Fundamentais, Direitos e Garantias, Organização do Estado, Administração Pública (art. 37 a 41)
  • Direito Administrativo, com princípios, atos administrativos, agentes públicos, licitações (Lei nº 14.133/2021), processo administrativo (Lei nº 9.784/99)
  • Regime Jurídico Único, Lei nº 8.112/90 inteira: provimento, vacância, direitos, deveres, responsabilidade civil e administrativa
  • Plano Geral de Cargos do Poder Executivo, Lei nº 11.357/2006, com atenção à GDPGPE

Conhecimentos específicos (Agente Administrativo)

  • Administração pública, com modelos de gestão, planejamento estratégico, processos organizacionais
  • Redação oficial, com manual de redação da Presidência (3ª ed.), padrão ofício, comunicação oficial
  • Arquivologia básica, com gestão documental, tabela de temporalidade, ciclo vital dos documentos
  • Noções de contabilidade pública, com Lei nº 4.320/64, princípios orçamentários, classificações
  • SEI (Sistema Eletrônico de Informações), com operação básica

Conhecimentos específicos (cargos de nível superior)

Cada especialidade tem seu próprio bloco. Para Engenheiro, espere matérias como obras públicas, fiscalização de contratos de engenharia, RDC, normas técnicas (NBR), além de conteúdo específico da habilitação (civil ou transportes, por exemplo). Para Economista, microeconomia, macroeconomia, finanças públicas, análise econômica de projetos. Para Arquivista, gestão documental, classificação, indexação, preservação digital. Para Psicólogo, psicologia organizacional, recrutamento e seleção. Para Estatístico, inferência, amostragem, modelos de regressão.

Dica do Wilsinho A parte comum (Português, Direito Administrativo, Constitucional, 8.112) responde por 50% a 60% da nota total em quase todos os cargos. Comece por ela. Quando o edital sair, você ajusta os conhecimentos específicos. Quem espera o edital para começar perde 3 a 4 meses preciosos.

Carreira no PGPE e progressão

O PGPE estrutura a carreira em três classes (A, B, C) e quatro padrões por classe, totalizando 12 degraus. A progressão é funcional (a cada 18 meses, mediante avaliação) e por promoção entre classes (após atingir o último padrão da classe anterior + capacitação).

ClassePadrõesTempo médio
Classe A (inicial)I, II, III, IV6 anos
Classe B (intermediária)I, II, III, IV6 anos
Classe C (final)I, II, III, IV6 anos

Na prática, um servidor que ingressa no PGPE com diploma de nível superior chega ao topo da tabela em cerca de 18 anos, mediante progressão e promoção regulares. Para o Agente Administrativo (médio), o teto remuneratório no padrão C-IV chega a aproximadamente R$ 6.500; para os cargos do PGPE específico, ultrapassa R$ 13.000.

Histórico: o concurso de 2010

A última seleção do Ministério dos Transportes data de 2010, organizada pela banca Cetro Concursos. O edital ofertou 170 vagas e atraiu 22.339 inscritos, resultando em uma concorrência média de 131 candidatos por vaga. Para os cargos de nível médio, a concorrência beirou 200 candidatos por vaga; para os cargos de nível superior, a média foi de 80 a 100.

A prova de 2010 foi integralmente objetiva, com 120 questões distribuídas entre conhecimentos básicos (Português, Raciocínio, Informática, Ética, Atualidades) e específicos do cargo. O nível médio teve a inscrição cobrada em R$ 50; o superior, R$ 80. A prova foi aplicada em todas as capitais.

Dica do Wilsinho Estudar a prova de 2010 é exercício valioso. O recorte temático dos conhecimentos específicos do MT mudou pouco em 15 anos: continua girando em torno de administração pública, mobilidade, infraestrutura, regulação e processos do Executivo. Treinar com a prova antiga ajuda a calibrar o nível de exigência.

Remunerações

Veja a seguir os quadros oficiais de remuneração do PGPE aplicáveis ao Ministério dos Transportes, com vencimento básico, gratificação de desempenho e remuneração total por cargo. Em seguida, o painel de vacâncias atuais que sustentou o pedido de autorização.

Tabela de remuneração do PGPE por cargo: vencimento básico, GDPGPE e total
Remuneração inicial por cargo no Plano Geral de Cargos do Poder Executivo
Tabela de cargos vagos no Ministério dos Transportes em maio de 2025
Vacâncias por cargo no quadro de pessoal do Ministério dos Transportes (maio de 2025)

Dicas de preparação

1. Não espere o edital sair. O pedido foi protocolado e a chance de autorização é alta. Quem começa agora ganha de 4 a 6 meses sobre quem espera. A parte comum (Português, Direito Administrativo, Constitucional, 8.112) sozinha já justifica iniciar imediatamente.

2. Foque na 8.112/90 letra por letra. Para qualquer cargo do PGPE, a Lei nº 8.112/90 é cobrada de forma literal: vacância, provimento, deveres e responsabilidades. Não há atalho. Leia a lei seca pelo menos três vezes antes da prova.

3. Conheça a Lei nº 11.357/2006. Quase todos os concursos do PGPE recentes têm pelo menos 3 a 5 questões diretas da lei do plano de cargos. Como o universo é restrito, é uma matéria de alta relação custo-benefício.

4. Treine redação oficial. Se houver discursiva, o tema mais provável é redação técnica padrão ofício (memorando, exposição de motivos, parecer). Pratique seguindo o Manual de Redação da Presidência (3ª edição, 2018) e use modelos do SEI.

5. Estude atualidades sobre transportes. Programas como Novo PAC, leilões de rodovias, reestruturação do DNIT, regulação da ANTT e marco das ferrovias caem com frequência em concursos do MT. Acompanhar o portal gov.br/transportes é exercício obrigatório.

6. Faça simulados semanais. A partir do segundo mês de estudo, inclua um simulado por semana com questões da banca Cebraspe ou FGV (as mais prováveis). Isso ajuda a calibrar o ritmo e identificar lacunas antes do edital sair.

7. Para nível superior, valorize o registro profissional. Mantenha o CREA, CAU, CORECON ou CRP ativos durante o período de preparação. Pendências de registro podem inviabilizar a posse, mesmo após aprovação.

8. Resolva a prova de 2010. Está disponível na íntegra. Treinar com ela coloca você no exato nível de exigência do órgão e revela padrões de banca antiga que ainda inspiram bancas modernas.

Dica do Wilsinho O grande diferencial em concursos com 411 vagas não é estudar mais que o concorrente: é chegar inteiro no dia da prova. Quem começa em junho e mantém ritmo até a prova (provavelmente entre março e maio de 2027) chega com pelo menos 9 meses líquidos de preparação, suficiente para aprovação tranquila em qualquer cargo.

Perguntas frequentes

O edital do Ministério dos Transportes 2026 já foi publicado?

Não. Em junho de 2026, o MT apenas solicitou ao MGI a autorização para realizar o concurso, com 411 vagas. A publicação do edital depende da portaria do Ministério da Gestão, ainda pendente, e da contratação da banca examinadora.

Quantas vagas serão oferecidas?

O pedido protocolado pelo Ministério dos Transportes é de 411 vagas efetivas: 353 para Agente Administrativo (nível médio) e 58 para sete cargos de nível superior (Arquivista, Engenheiro, Economista, Arquiteto, Estatístico, Psicólogo e Técnico em Comunicação Social).

Qual o salário inicial?

O Agente Administrativo (médio) inicia em R$ 4.787,59. Os cargos de nível superior do PGPE geral iniciam em R$ 7.159,57, e os cargos do PGPE específico (Engenheiro, Arquiteto, Estatístico, Economista) iniciam em R$ 10.396,50. Todos os valores incluem GDPGPE em sua referência máxima inicial.

Qual será a banca examinadora?

A banca ainda não foi definida. As três opções mais prováveis, com base no histórico recente do Executivo Federal, são Cebraspe, FGV e, em segundo plano, IBFC ou Instituto AOCP.

Quais são os requisitos para os cargos?

Para o Agente Administrativo, basta ensino médio completo. Para os cargos de nível superior, o requisito é o bacharelado na área correspondente (Arquivologia, Engenharia, Economia, Arquitetura, Estatística, Psicologia ou Comunicação Social) e, quando aplicável, o registro profissional ativo (CREA, CAU, CORECON, CONRE, CRP).

Onde será a lotação dos aprovados?

A sede do Ministério dos Transportes fica em Brasília/DF. A maior parte das vagas será para a Esplanada dos Ministérios, mas o edital pode prever vagas para unidades regionais caso o MT decida descentralizar a lotação, especialmente para Engenheiros vinculados a obras federais.

Quando o concurso será realizado?

Pelo padrão de concursos federais autorizados pelo MGI, do pedido ao edital costumam transcorrer 6 a 9 meses, com prova entre 4 e 6 meses após o edital. A estimativa é de prova entre primeiro e segundo trimestres de 2027.

411 vagas. Salário até R$ 10.396,50. Estabilidade federal.

O concurso do Ministério dos Transportes é uma das oportunidades mais promissoras de 2026 para concurseiros do PGPE federal. Quem começa agora chega na frente. Não dependa do edital para iniciar a preparação: o que cai é previsível, o que pode mudar é apenas a banca. Trabalhe a base, treine simulados e mantenha ritmo.

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